Pallets

Pallets

Não esiste logistica sem pallets , e sem logistica a produção
entra em um funil .
O recebimento de mercadoria com avarias pelo cliente importador
ou mesmo no mercado nacional pode representar sérias dificuldades
no fechamento de futuros contratos.
Cabe ao fabricante vendedor e exportador cuidar pelo bom estado de
seus produtos até a chegada ao destino.

Paletes de Madeira em Eucaliptp e Pinus

O uso de pallets no transporte e
armazenamento de carga é uma prática mundial.
O sistema é adotado, e
até normatizado, nos principais centros de comércio exterior, pela garantia que oferece na preservação das mercadorias durante sua movimentação e estocagem. Outro fator é mesmo a manipulação interna de mercadoria dando grandes vantagens no ganho de espaço , e na movimentação de mercadorias dentro da fabrica ou do atacadista.O sistema de palletização é uma verdadeira alavanca em todo o sistema produtivo e de distribuição.
Trabalhamos com palets de pinus , paletes de cedrinho , paletes de peroba e paletes de eucalipto a fixação sempre em preços ardox ou anelados e em casos especiais pallets parafuzados. É vasta a variedade de modelos de pallets , ou mais comuns com duas entradas ou quatro entradas duplo, ou os pallets de uma face.Temos paleets também preparados com sulcos , ou canais nas bases para fazer passar e melhor fixar fitas metálicas ou de nylon.Trabalhamos com normas e também com pallets conjugados com caixas , temos medidas especiais para industria pesada . Na hora de comprar pallets não deixe de nos consultar.

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Pinus Seco Tratado em Auto Clave

Pinus Seco Tratado em Auto Clave

A madeira é um material higroscópico, sendo capaz de absorver ou perder água para o meio ambiente.
Essa característica é explicada pela constituição química da madeira, composta pelos polímeros de celulose,
hemiceluloses e lignina. Dentre essas substâncias, a hemicelulose é a mais hidrófila, contribuindo para a variação
dimensional da madeira em função da troca de água com o meio. .

A variação de umidade dentro das peças de madeira promove defeitos quando a peça atinge um teor de umidade inferior
ao ponto de saturação das fibras ― PSF (em torno de 28% de umidade). Desse modo, a variação dimensional pode ser
controlada se os constituintes hidrófilos da madeira alterarem sua afinidade pela água. Através do tratamento térmico,
essa higroscopicidade pode ser reduzida devido à degradação da hemicelulose e demais modificações na estrutura da madeira.

A madeira de Pinus sp. é designada na literatura internacional como “softwood” , ou seja, madeira macia ou de baixa densidade.
Foram encontradas densidades de 0,36 g/cm3 para o lenho juvenil de Pinus caribaea e 0,68 g/cm3 para o lenho adulto dessa mesma espécie.
A durabilidade natural da madeira das espécies de Pinus sp. é estimada por vários autores como inferior a dois anos, se estiver em contato direto com o solo.

A madeira de uma árvore recém-abatida apresenta uma grande quantidade de água no seu interior. Algumas espécies de Pinus sp.
apresentam uma
proporção de água, em relação ao seu peso seco, superior a 100%.

O teor de umidade da madeira interfere nos tratamentos, como curvamento, preservação, secagem, colagem, fabricação de compensados
e aglomerados, produção de carvão vegetal, processamento mecânico, entre outros.
O estudo do comportamento das variações dimensionais
da madeira é essencial para a sua utilização industrial. As relações existentes entre densidade, umidade, retratilidade e expansão volumétrica
são de fundamental importância para um aproveitamento mais eficiente dessa matéria-prima. .

A ocorrência de empeno na madeira está relacionada à variação dimensional e tem como algumas
causas: as diferenças entre as contrações radial, tangencial e longitudinal na peça de madeira
(anisotropia), a presença de lenho juvenil e a presença de madeira de tração ou compressão.
O lenho de compressão é característico das coníferas, sendo caracterizado pelo maior teor de
lignina e menor teor de celulose, o que pode influir na higroscopicidade da madeira.

Pinus Tratado em Auto Clave com Grande Durabilidade

Desse modo, madeiras que tenham maior quantidade de lenho juvenil tendem a apresentar maior variação dimensional,
influenciando na qualidade final do produto obtido a partir dessa matéria-prima. Atualmente, com o decréscimo do
suprimento de árvores adultas com grandes diâmetros, provenientes de florestas naturais, tornou-se comum a
produção de madeira em ciclos curtos, através da adoção de espécies de rápido crescimento.
É ressaltado que as propriedades químicas, físicas, anatômicas e mecânicas da madeira juvenil são diferentes e, em geral, inferiores às da madeira adulta.

A retificação térmica, no Brasil, é pouco pesquisada, apesar de seus benefícios comprovados em espécies de madeira da Europa, onde esse tipo de tratamento já foi bastante abordado. Atualmente, são comercializados no continente europeu, produtos retificados termicamente para pisos ou para a indústria siderúrgica. Uma madeira de baixa densidade e macia adquire maior dureza superficial quando tratada termicamente em autoclave, tornando possível sua utilização em pisos, apesar de haver alteração na cor original da madeira. Além disso, já se constatou que esse mesmo tratamento aumenta a resistência à degradação fúngica, mas não tem efeito sobre a resistência à degradação de térmita, que a madeira estabilizada dimensionalmente pelo tratamento térmico adquire considerável resistência ao apodrecimento.

O tratamento térmico, com a finalidade de conferir estabilidade dimensional à madeira, tem sido pesquisada nos Estados Unidos desde a década de 40, quando STAMM patenteou esse processo de madeira tratada de ‘’staybwood” (madeira estável). No Brasil, uma das primeiras referências sobre a termorretificação foram os resultados sobre a influência da temperatura na redução da massa, modificação na densidade e composição química da madeira e sobre a capacidade de retração volumétrica de Eucalyptus saligna.Desenvolveu-se também um projeto de preservação de algumas espécies nativas da Caatinga e Eucalyptus sp. através de retificação térmica, confirmando dados da literatura, como a resistência ao ataque de fungos e a perda da resistência (ou flexibilidade) das espécies tratadas.

 

 

 

Lívia Marques Borges.

Waldir Ferreira Quirino, PhD..

Extraido da Revista da Madeira
http://www.remade.com.br/pt/revista_materia.php?edicao=89&id=736

Dormentes de Eucalipto

Dormentes de Eucalipto

 

As ferrovias estão renascendo e os dormentes de eucalipto usados
em grande escala
Num país de dimensão continental como o Brasil é inconcebível
que o sistema de transporte de passageiros e, principalmente,
de cargas desconsidere o transporte ferroviário.
A precariedade das estradas e as enormes distâncias a serem
vencidas são desafios daqueles que precisam cruzar os quadrantes
do País, sem terem outra alternativa de transporte.
Até a metade do século XX, existiam muitas estradas de
ferro e o transporte ferroviário tinha considerável importância no
sistema viário do País.
Na segunda metade do século XX, tais estradas foram abandonadas,
sobrecarregando sobremaneira o transporte rodoviário.

Dormentes de Eucalipto Tratado para Ferrovias

Os primeiros dormentes para o leito dos trilhos foram feitos de blocos de pedra, em 1820, quando foram utilizados nos trilhos de várias ferrovias americanas. Devido a problemas de rigidez e inabilidade de segurar a bitola, esses dormentes foram logo abandonados. Na mesma época, uma linha de Boston experimentou a colocação de dormentes de madeira, que provou ser um sucesso, sendo, copiado pelas demais ferrovias. Os primeiros dormentes eram de carvalho, pinho, cedro, castanheira, cipreste e muitas outras madeiras. A abundância dessa matéria-prima, localizada sempre próxima às ferrovias, não preocupou os empresários de então sobre a sua durabilidade. Com o passar dos anos, houve um aumento no consumo de madeira, levando à necessidade de se pensar em prolongar a vida útil, bem como utilizar certas madeiras consideradas macias.

Inicialmente, os dormentes não possuíam um padrão e cada ferrovia tinha uma especificação. Os primeiros dormentes eram quase sempre roliços, pois eram confeccionados a machado e, na sua grande maioria, lavrados nas suas duas faces. No Brasil, devido à existência de inúmeras madeiras duras, onde somente se utilizava o cerne, dava-se a preferência para os dormentes de essências nobres, como maçaranduba, aroeira, faveiro, ipê, jacarandá etc. Em face do escasseamento dessas espécies, partiu-se para a madeira de florestas plantadas, como o eucalipto.

 

Tipos de dormentes

Normalmente se utilizam 1.600 dormentes por quilômetro de linha férrea. Os dormentes são classificados de várias maneiras, em função de suas dimensões:

– Dormentes de 1a – retirados de madeira de 30 cm de diâmetro

– Dormentes de 2a – retirados de madeira de 20 cm de diâmetro

– Dormentes de 3a – retirados de madeira de 18 cm de diâmetro

 

g) Devem apresentar dimensões padronizadas:

– Comprimento 2,00 m

– Largura ou diâmetro 0,24 m

– Altura 0,16 m
http://www.remade.com.br/pt/revista_materia.php?edicao=75&id=398