Compensado

COMPENSADO

 

A denominação compensado é atribuída ao material confeccionado de finas placas de entalho de madeira seca, sobreposta e colada sob forte pressão,  mantendo as mesmas características da madeira em relação à elasticidade e ao peso, apresentando porém, maior resistência e homogeneidade.

São diversas camadas, normalmente em número ímpar, coladas umas às outras com colas fortes, geralmente resina fenólica, cada uma com seu grão perpendicular às camadas adjacentes para maior força, tornando um material menos propenso a entortamentos e com maior resistência ao rachamento, encolhimento e torção, substituindo outros tipos de madeiras na confecção de móveis, utensílios, caixas acústicas e construção civil.

Os principais tipos de compensado são:

  • Laminado:  Diversas lâminas de madeira de mesma espessura, coladas umas sobre as outras, em camadas sucessivas e perpendiculares à camada anterior.
  • Laminado Folheado:  Confeccionado em processo idêntico ao laminado, porém recebe como acabamento final de sua superfície uma fina folha de madeira diferente daquela utilizada nas lâminas internas, como por exemplo: mogno, cerejeira, marfim, imbuia, cedro, sucupira e outras.
  • Sarrafeado:  Como a própria nomenclatura sugere, são diversos sarrafos de madeira, cortados na mesma largura e espessura, colados lado a lado com os veios na mesma direção, formando uma chapa.
  • Sarrafeado Folheado:  Confeccionado de forma idêntica ao sarrafeado, repete a ação do compensado laminado folheado ao receber também como acabamento final de sua superfície uma fina folha de madeira diferente daquela utilizada na composição interna, como por exemplo: mogno, cerejeira, marfim, imbuia, cedro, sucupira e outras.

Existem porém outros tipos de compensados, mas independentemente disso, o número de camadas utilizadas em sua confecção será fator determinante da capacidade de tração e isolamento, de forma que quanto maior o número de camadas e quanto mais finas, maior será a resistência da chapa produzida.

A temperatura influencia diretamente na compactação do material, que recebe fortes pressões, porém essas pressões são diferenciadas de acordo com a resina utilizada.

Por sua vez, as resinas determinam o grau de humidade, sendo a uréia formol a de pior resultado nesse aspecto, a melanina como intermediária e a fenólica como de melhor resistência a água.

Pallets

O recebimento de mercadoria com avarias pelo cliente importador ou mesmo no mercado nacional pode representar sérias dificuldades no fechamento de futuros contratos. Cabe ao fabricante vendedor e exportador cuidar pelo bom estado de seus produtos até a chegada ao destino. O uso de pallets no transporte e armazenamento de carga é uma prática mundial. O sistema é adotado, e até normatizado, nos principais centros de comércio exterior, pela garantia que oferece na preservação das mercadorias durante sua movimentação e estocagem. Outro fator é mesmo a manipulação interna de mercadoria dando grandes vantagens no ganho de espaço , e na movimentação de mercadorias dentro da fabrica ou do atacadista.O sistema de palletização é uma verdadeira alavanca em todo o sistema produtivo e de distribuição.
Trabalhamos com pallets de pinus , pallets de cedrinho , pallets de peroba e pallets de eucalipto a fixação sempre em preços ardox ou anelados e em casos especiais pallets parafuzados. É vasta a variedade de modelos de pallets , ou mais comuns com duas entradas ou quatro entradas duplo, ou os pallets de uma face.Temos pallets também preparados com sulcos , ou canais nas bases para fazer passar e melhor fixar fitas metálicas ou de nylon.Trabalhamos com normas e também com pallets conjugados com caixas , temos medidas especiais para industria pesada . Na hora de comprar pallets não deixe de nos consultar.

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Assoalhos de Madeira

Muitos clientes que já optaram em colocar assoalho ficam com receio de investir em um produto que venha a trazer problema de dilatação apesar de seco em estufa.O grande segredo é a assimilação de umidade do solo.Um contrapiso deve estar pronto a mais de 30 dias .Após este contrapiso estar nessa condição , coloca-se o assoalho apenas sobeposto por mais 30 dias para igualar a umidade ambiente .Somente assim deve instalar o assoalho ,melhor com barrotes e parafusado.É imprensidivel que qualquer tipo de assoalho deve ser instalado por profiisional experiente nesse produto. Essa orientação refere-se a todos assoalhos :assoalho de ipe-assoalho de jatoba – assoalho de cumaru -assoalhos muracatiara -assoalhos de garapa eassoalhos de peroba mica.

Piso de madeira escolha natural

Ele se adapta a todos os estilos de decoração e confere aos ambiente a proximidade com os materiais da natureza que tanto agrada atualmente. Aqui, você descobre as diferenças entre os principais pisos de madeira maciça, conhece as tendências em relação a tonalidades e tamanhos, encontra dicas de limpeza e uma seleção de produtos, com preços.

ASSOALHOS
É composto de réguas de madeira maciça de tamanhos e espessuras variáveis. “Em geral, as peças têm 2 cm de espessura, de 7 a 30 cm de largura e comprimentos que vão de 60 cm a 6 m”, explica Takashi Yojo, pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). Existem no mercado, porém, réguas mais estreitas, que estão se tornando uma tendência. “Tábuas de.3 cm de largura conferem ousadia aos ambientes”, afirma a arquiteta Sandra Picciotto.

Tipos de colocação
O assoallho pode ser instalado de forma longitudinal (no sentido do comprimento do ambiente) ou diagonal (a 45º). O assentamento longitudinal é o mais econômico porque, na colocação diagonal, os cortes para adaptar as tábuas aos cantos representam um consumo de cerca de 8% a mais de material. Escolher o comprimento do assoalho não é questão apenas estética mas também operacional. Se você mora em apartamento, saiba que não é possível transportar tábuas com mais de 2,20m por escada ou elevador. “As réguas precisam ser içadas”, afirma Marcos Mercês, proprietário da Lavoro & Arte. Isso encarece a colocação.

Pisos prontos
Alguns assoalhos já saem de fábrica com vernizes de alta resistência (poliuretano com óxido de alumínio), o que dispensa a raspagem e o acabamento. “No dia seguinte à colocação, é possível voltar para casa”, afirma José Antônio Baggio, presidente da Associação Nacional dos Produtores de Pisos de Madeira Maciça (ANPM). Esse piso pronto apresenta encaixes nos quatro lados e pode ser instalado sobre concreto, cerâmica, granito e madeira. Entre as opções, existem lâminas mais finas, de 7 mm de espessura. “Elas custam, em média, 20% menos que o assoalho de 2 cm de espessura”, explica Advanzir Machado, da Brasília Pisos de Madeira. No entanto, a tábua menos espessa aceita apenas dois lixamentos posteriores. enquanto a lâmina de .2 cm chega a aguentar cinco novos tratamentos.

TACOS
Encontrado no formato de pequenas placas de madeira maciça, com diversos tamanhos – de 3 a 10cm de largura e de 10cm a 1m de comprimento -, o taco é ideal para as pessoas que apreciam desenhos e variações de tonalidades no visual do piso. Diferentemente do assoalho – que pode ser aparafusado no contrapiso -, ele é sempre colado. “A aplicação uniforme de cola, sobre uma superfície nivelada e livre de umidade, evita o descolamento das peças, problema comum nesse tipo de piso”, diz Yojo. do IPT. Lembre-se: nos andares térreos, é preciso ter o cuidado de impermeabilizar o contra piso para evitar que a umidade vinda do solo atinja a madeira.

Desenhos na instalação
Por serem, em geral, menores que as tábuas, os tacos possibilitam vários tipos de paginação, como jogo de dama, tijolinho. quadrado e espinha de peixe. “Nos espaços pequenos. evite as paginações muito recortadas. como a espinha de peixe, pois elas passam a sensação de que o local encolheu”, diz a arquiteta Sandra Picciotto. “Nesse caso, o melhor é optar pela disposição longitudinal das peças, que alonga o ambiente”, explica. Se não há problemas de espaço, a espinha de peixe é um dos jeitos de instalar mais tradicionais. “Esse desenho valoriza o formato comprido do tacão de 7 x 42 cm”, acredita a arquiteta Carla Pontes, responsável pelo projeto da sala à esquerda.

As madeiras do momento
Tanto para os tacos quanto para os assoalhos, há diversas opções de madeira: as nuances vão do Castanho-escuro do ipê ao claríssimo pau-marfim. Hoje, de acordo com a arquiteta Sylvia Figueiró, a tendência são pisos como perobinha, amêndola e cumaru, de tom médio e próximo ao mel. Para combinar com essas madeiras, ela recomenda móveis pintados de branco ou escuros, feitos de imbuia ou sucupira escurecida. “É interessante estabelecer um contraste entre o piso e os móveis”, afirma.

Fonte:http://www.ipt.br/institucional

Pinus Seco Tratado em Auto Clave

A madeira é um material higroscópico, sendo capaz de absorver ou perder água para o meio ambiente. Essa característica é explicada pela constituição química da madeira, composta pelos polímeros de celulose, hemiceluloses e lignina. Dentre essas substâncias, a hemicelulose é a mais hidrófila, contribuindo para a variação dimensional da madeira em função da troca de água com o meio. .

A variação de umidade dentro das peças de madeira promove defeitos quando a peça atinge um teor de umidade inferior ao ponto de saturação das fibras ― PSF (em torno de 28% de umidade). Desse modo, a variação dimensional pode ser controlada se os constituintes hidrófilos da madeira alterarem sua afinidade pela água. Através do tratamento térmico, essa higroscopicidade pode ser reduzida devido à degradação da hemicelulose e demais modificações na estrutura da madeira.

A madeira de Pinus sp. é designada na literatura internacional como “softwood” , ou seja, madeira macia ou de baixa densidade. Foram encontradas densidades de 0,36 g/cm3 para o lenho juvenil de Pinus caribaea e 0,68 g/cm3 para o lenho adulto dessa mesma espécie. A durabilidade natural da madeira das espécies de Pinus sp. é estimada por vários autores como inferior a dois anos, se estiver em contato direto com o solo.

A madeira de uma árvore recém-abatida apresenta uma grande quantidade de água no seu interior. Algumas espécies de Pinus sp. apresentam uma proporção de água, em relação ao seu peso seco, superior a 100%.

O teor de umidade da madeira interfere nos tratamentos, como curvamento, preservação, secagem, colagem, fabricação de compensados e aglomerados, produção de carvão vegetal, processamento mecânico, entre outros. O estudo do comportamento das variações dimensionais da madeira é essencial para a sua utilização industrial. As relações existentes entre densidade, umidade, retratibilidade e expansão volumétrica são de fundamental importância para um aproveitamento mais eficiente dessa matéria-prima. .

A ocorrência de empeno na madeira está relacionada à variação dimensional e tem como algumas causas: as diferenças entre as contrações radial, tangencial e longitudinal na peça de madeira (anisotropia), a presença de lenho juvenil e a presença de madeira de tração ou compressão. O lenho de compressão é característico das coníferas, sendo caracterizado pelo maior teor de lignina e menor teor de celulose, o que pode influir na higroscopicidade da madeira.

Desse modo, madeiras que tenham maior quantidade de lenho juvenil tendem a apresentar maior variação dimensional, influenciando na qualidade final do produto obtido a partir dessa matéria-prima. Atualmente, com o decréscimo do suprimento de árvores adultas com grandes diâmetros, provenientes de florestas naturais, tornou-se comum a produção de madeira em ciclos curtos, através da adoção de espécies de rápido crescimento. É ressaltado que as propriedades químicas, físicas, anatômicas e mecânicas da madeira juvenil são diferentes e, em geral, inferiores às da madeira adulta.

A retificação térmica, no Brasil, é pouco pesquisada, apesar de seus benefícios comprovados em espécies de madeira da Europa, onde esse tipo de tratamento já foi bastante abordado. Atualmente, são comercializados no continente europeu, produtos retificados termicamente para pisos ou para a indústria siderúrgica. Uma madeira de baixa densidade e macia adquire maior dureza superficial quando tratada termicamente em autoclave, tornando possível sua utilização em pisos, apesar de haver alteração na cor original da madeira. Além disso, já se constatou que esse mesmo tratamento aumenta a resistência à degradação fúngica, mas não tem efeito sobre a resistência à degradação de térmita, que a madeira estabilizada dimensionalmente pelo tratamento térmico adquire considerável resistência ao apodrecimento.

O tratamento térmico, com a finalidade de conferir estabilidade dimensional à madeira, tem sido pesquisada nos Estados Unidos desde a década de 40, quando STAMM patenteou esse processo de madeira tratada de ‘’staybwood” (madeira estável). No Brasil, uma das primeiras referências sobre a termorretificação foram os resultados sobre a influência da temperatura na redução da massa, modificação na densidade e composição química da madeira e sobre a capacidade de retração volumétrica de Eucalyptus saligna.Desenvolveu-se também um projeto de preservação de algumas espécies nativas da Caatinga e Eucalyptus sp. através de retificação térmica, confirmando dados da literatura, como a resistência ao ataque de fungos e a perda da resistência (ou flexibilidade) das espécies tratadas.

Recentemente, ao avaliar o resultado um tratamento em condições de temperatura de 100°C e umidade relativa de 100%, respectivamente, concluiu que a umidade de equilíbrio da madeira de Eucalyptus dunnii, e o teor de umidade de equilíbrio reduziu de forma significativa com esse tratamento.

A madeira de Pinus caribaea foi termorretificada com tratamentos na faixa de 120°C a 180°C, observando a influência desse aquecimento sobre a colagem na madeira. Foi observado para a madeira de Pinus caribaea, a tendência de que o aumento da temperatura de termorretificação ocasiona a redução na resistência ao cisalhamento na linha de cola.

Existem trabalhos sobre a estabilização dimensional da madeira, mas utilizando outros tratamentos. Os autores avaliaram a capacidade de um resíduo de origem petrolífera (LCO ou “Liquid Cycle Oil” – Ciclo do Óleo Líquido) no aumento da estabilidade dimensional das madeiras de Pinus sp. e Mimosa scabrella. Quanto maior for a concentração da solução de tratamento, maior depósito permanecerá no interior da parede celular, reduzindo a contração da madeira proporcionalmente ao volume ocupado pelo soluto em solução. Assim, a estabilidade dimensional depende principalmente do preenchimento das fibras, o que pode produzir resultados não satisfatórios, dependendo da permeabilidade da peça.

Analisando as possíveis modificações da madeira tratada termicamente, esclarecem que a maior estabilidade advém devido à redução na higroscopicidade, pela degradação do constituinte mais hidrófilo que é a hemicelulose, pela quebra dos polímeros da lignina e pelo surgimento de novas ligações químicas entre eles, sendo o fenômeno denominado “reticulação”. Frente à elevação da temperatura, a degradação ocorre primeiro com as hemiceluloses, seguido da celulose e, por fim, da lignina. Esta última, embora comece a degradar em temperatura mais baixa (em torno de 150°C), observa-se que a sua degradação é mais lenta, ao contrário das hemiceluloses e da celulose. Contudo, é relevante salientar que a degradação da lignina acontece na região de 250 a 500°C sem, no entanto, estar completa. Já a hemicelulose degrada com mais facilidade devido a sua natureza amorfa e, por isso, menos estável. .

A madeira retificada termicamente é obtida pelo princípio da termodegradação de seus constituintes na ausência de oxigênio, ou forte deficiência de ar É definida, também, como o produto de uma pirólise controlada, interrompida antes de atingir o patamar das reações exotérmicas (que se iniciam aproximadamente à temperatura de 280°C), quando se inicia a combustão espontânea da madeira. Conceitua-se pirólise como carbonização ou destilação seca, isto é, um processo em que a madeira é aquecida em uma atmosfera controlada.

Desse modo, ao promover a degradação da hemicelulose, a termorretificação confere à madeira um aspecto de baixa higroscopicidade. Essa redução da higroscopicidade pode ser facilmente identificada ao submeter amostras de madeira tratada e não tratada termicamente às mesmas condições de umidade. As amostras tratadas atingem um teor de equilíbrio menor do que as não tratadas, evidenciando a perda de higroscopicidade. Essa característica, portanto, impede que a peça permute grandes quantidades de água com o meio, conferindo-lhe maior estabilidade dimensional. Verifica-se que os corpos-de-prova vaporizados não apresentaram o mesmo teor de umidade de equilíbrio dos corpos-de-prova controle, após o condicionamento em ambiente com temperatura de 21°C e umidade relativa de 65%, o que corrobora a eficiência do tratamento térmico para fins de estabilização dimensional da madeira.

É interessante salientar que os resultados referentes à termorretificação dependem de um conjunto de fatores, como: taxa de aquecimento, temperatura final e tempo de tratamento, uso de atmosfera redutora ou oxidante, pressão e a espécie de madeira tratada.

Metodologia

O projeto foi desenvolvido no Laboratório de Produtos Florestais no IBAMA, nas instalações do setor de energia da biomassa e setor de secagem de madeiras.

Foi utilizada a madeira de Pinus caribaea var. hondurensis proveniente de um reflorestamento de 9 anos, situado no município de Prata (Minas Gerais). É importante ressaltar que, em função da idade do povoamento, trabalhou-se excencialmente com o lenho juvenil. A partir dessas toras de Pinus, foram retirados e lixados os corpos-de-prova de dimensões 2x2x2 cm, perfeitamente orientados em relação aos eixos do tronco da árvore. Os corpos-de-prova numerados totalizaram 40 amostras e cada tratamento foi realizado com 8 repetições, portanto, 5 tratamentos (referência, 120°C, 140°C, 160°C, 180°C). Essas amostras foram termorretificadas em uma autoclave, colocando-os em uma cesta metálica, acima de um fundo falso, de modo que não ficassem em contato direto com a água do fundo da autoclave.

Esses tratamentos foram realizados com os corpos-de-prova saturados em água, submetidos a aquecimento em meio oxidante, saturado de vapor de água, propiciando assim uma termo-hidrólise. Nos tratamentos de 140C, 160C e 180C, foi programado um patamar na temperatura de 105C, de forma a permitir o material ultrapassar de forma homogênea a transição viscoelástica da lignina.

Após o término do tratamento de termorretificação, o resfriamento foi efetuado com a abertura da tampa da autoclave em temperatura próxima a 100°C. Após tratamento, as amostras foram pesadas e então saturadas em água, a fim de proporcionar uma condição inicial homogênea, tomada como ponto de partida da secagem na sala de climatização. Nessa sala, as amostras permaneceram até atingirem o equilíbrio higroscópico com o meio, cuja temperatura média esteve em torno de 20oC e a umidade relativa do ar em torno de 65%.

Após a climatização, as amostras foram armazenadas em uma cuba de acrílico hermeticamente vedada com silicone, de modo que a atmosfera dentro do aparato se mantivesse constante e com umidade relativa do ar igual a 90%. A umidade dentro da cuba foi obtida e mantida constante por uma solução saturada de sulfato de zinco, sem que a mesma entrasse em contato com os corpos-de-prova. A temperatura da sala foi mantida a 19oC por um aparelho de ar condicionado. Sob essas condições, acompanhou-se a variação da massa das amostras em intervalos regulares até atingir a umidade de equilíbrio. Durante o condicionamento na cuba de atmosfera igual a 90%, o registro da variação da massa foi realizado em uma balança eletrônica de marca BEL, de precisão 0,001g.

Cuba de acrílico, com umidade relativa de 90 %, contendo os corpos-de-prova acima de uma solução saturada de sulfato de zinco ao fundo.

As amostras, após estabilização da umidade na cuba, foram secas em estufa a 103°C ± 2oC até massa constante.

O procedimento adotado para definir o teor de umidade de equilíbrio de cada corpo-de-prova foi de obter a média das quatro últimas medições de massa após estabilização, tanto na situação de 65% quanto 90% de umidade relativa do ar. Essa média foi adotada como a umidade de equilíbrio naquelas condições e considerada como peso úmido para cálculo do teor de umidade de equilíbrio da madeira de cada tratamento.

A partir do teor de umidade de equilíbrio das amostras de cada tratamento, foi efetuada a análise de variância e realização do teste de Tukey, para comparar o teor de umidade de equilíbrio dos tratamentos. Tal metodologia permitiu verificar a inflluência da retificação térmica sobre o teor de umidade de equilíbrio e, indiretamente, sobre a higroscopicidade da madeira. O mesmo procedimento de análise dos teores de umidade de equilíbrio foi usado para a fase de condicionamento na sala de climatização, o que permitiu comparar o efeito do tratamento térmico em duas atmosferas distintas.

Resultados

Foi possível confirmar o escurecimento das amostras devido ao tratamento térmico, fato que foi mais proeminente na temperatura de 180C .Além da cor, observou-se que o tratamento a 180C provocou carbonização parcial de uma amostra, provavelmente porque estava no fundo da cesta em contato com o metal. Foi constatada ainda a redução de massa das amostras nas quatro termorretificações, sendo que esse efeito foi mais acentuado para o tratamento a 180C. De acordo com o processo , a redução na massa pode ser atribuída à perda de água livre e higroscópica e à degradação parcial das hemiceluloses.Na condição de 90% de umidade, é possível observar que as amostras tratadas atingiram um teor de equilíbrio menor do que as não tratadas, evidenciando a perda de higroscopicidade. .

Contudo, essa diferença esperada entre os teores de umidade de equilíbrio dos tratamentos não foi tão evidente na condição de 65% de umidade.Apesar de não demonstrar com clareza a redução do teor de umidade de equilíbrio, a análise estatística mostra uma diferença significativa entre os tratamentos em nível de 5% de probabilidade. Em ambas condições de umidade relativa do ar, de 65% e 90%, o teste F foi significativo. .

Foi possível observar que as madeiras tratadas apresentaram maiores teores de umidade de saturação do que a referência. Tal constatação pode ser explicada pelo efeito do tratamento térmico ter ocasionado a degradação de parte de seus constituintes, tornando-a mais porosa e, portanto, proporcionando maior absorção de água livre. Apesar disso, a higroscopicidade da madeira foi reduzida, como é evidenciado pelas médias dos teores de umidade de equilíbrio na sala de climatização. .

Se há distinção clara entre o teor de umidade de equilíbrio dos tratamentos, essa diferença é notada e quantificada estatisticamente em outro estudo. Assim, observando-se o equilíbrio de umidade das amostras na sala de climatização, pode-se notar que: ao nível de 5% de significância não existe diferença entre a referência e 120oC. O mesmo acontece entre 120oC e 140oC, entre 140oC e 160oC e entre 160oC e 180oC. Apesar do teste de Tukey não indicar diferença significativa entre alguns tratamentos, é possível notar redução no teor de umidade de equilíbrio à medida que a temperatura do tratamento é elevada. .

A igualdade estatística das médias, na condição de 65% de umidade, pode ser explicada pelo uso de balança de menor precisão para acompanhar a variação de massa dos corpos-de-prova. Além do fato de que a sala de climatização apresenta variações em suas condições de temperatura e umidade relativa do ar, que podem ter influenciado as variações do equilíbrio da madeira. .

Para a umidade de 90%, o teste de Tukey confirmou o observado na figura 5, indicando que os teores de umidade de equilíbrio dos tratamentos diferiram estatisticamente em nível de 5% de probabilidade.

A redução da higroscopicidade está de acordo com diversas citações na literatura. Essa redução é observada pelo decréscimo do teor de umidade de equilíbrio das amostras retificadas em relação à referência. .

O tratamento em meio não oxidante, previsto inicialmente, não foi realizado em função da limitação de tempo para o projeto de iniciação científica, devendo ser efetuado em uma nova etapa da pesquisa no LPF/IBAMA. .

Comparação entre médias dos teores de umidade de equilíbrio obtidos na condição de 90% de umidade por meio do teste de Tukey (5% de probabilidade). .

A retificação térmica, como descrita nessa metodologia, é um tratamento eficiente para promover a redução na higroscopicidade da madeira e, conseqüentemente, pode tornar-se uma alternativa promissora para promover maior estabilidadade dimensional da madeira. .

Conforme mencionado na literatura, o teor de umidade de equilíbrio das amostras tratadas termicamente foi inferior ao valor encontrado para a referência. Sob esse aspecto, o tratamento térmico pode ser utilizado para produzir produtos florestais de maior qualidade e valor no mercado, configurando-se como um possível incremento no beneficiamento de madeiras. Além de potencializar o uso de madeiras marginalizadas, poupando a utilização de madeiras intensamente exploradas. .

A realização deste trabalho permitiu analisar a higroscopicidade da madeira de Pinus caribaea var. hondurensis, porém seria interessante efetuar medições dos corpos-de-prova para quantificar a variação dimensional nos diferentes tratamentos. Ademais, sugere-se a realização do tratamento térmico em meio não-oxidante e efetuar comparações com a termo-hidrólise.

Lívia Marques Borges.

Waldir Ferreira Quirino, PhD..

Extraido da Revista da Madeira
http://www.remade.com.br/pt/revista_materia.php?edicao=89&id=736

Dormentes de Eucalipto

Num país de dimensão continental como o Brasil é inconcebível que o sistema de transporte de passageiros e, principalmente, de cargas desconsidere o transporte ferroviário.A precariedade das estradas e as enormes distâncias a serem vencidas são desafios daqueles que precisam cruzar os quadrantes do País, sem terem outra alternativa de transporte. Até a metade do século XX, existiam muitas estradas de ferro e o transporte ferroviário tinha considerável importância no sistema viário do País. Na segunda metade do século XX, tais estradas foram abandonadas, sobrecarregando sobremaneira o transporte rodoviário.

Os primeiros dormentes para o leito dos trilhos foram feitos de blocos de pedra, em 1820, quando foram utilizados nos trilhos de várias ferrovias americanas. Devido a problemas de rigidez e inabilidade de segurar a bitola, esses dormentes foram logo abandonados. Na mesma época, uma linha de Boston experimentou a colocação de dormentes de madeira, que provou ser um sucesso, sendo, copiado pelas demais ferrovias. Os primeiros dormentes eram de carvalho, pinho, cedro, castanheira, cipreste e muitas outras madeiras. A abundância dessa matéria-prima, localizada sempre próxima às ferrovias, não preocupou os empresários de então sobre a sua durabilidade. Com o passar dos anos, houve um aumento no consumo de madeira, levando à necessidade de se pensar em prolongar a vida útil, bem como utilizar certas madeiras consideradas macias.

Inicialmente, os dormentes não possuíam um padrão e cada ferrovia tinha uma especificação. Os primeiros dormentes eram quase sempre roliços, pois eram confeccionados a machado e, na sua grande maioria, lavrados nas suas duas faces. No Brasil, devido à existência de inúmeras madeiras duras, onde somente se utilizava o cerne, dava-se a preferência para os dormentes de essências nobres, como maçaranduba, aroeira, faveiro, ipê, jacarandá etc. Em face do escasseamento dessas espécies, partiu-se para a madeira de florestas plantadas, como o eucalipto.

Há muito tempo, a utilização da madeira de eucalipto como dormente é realizada com sucesso em vários países, como Austrália, Portugal, França Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Argentina e Uruguai. Na Austrália, as madeiras de Eucalyptus marginata e Eucalyptus diversicolor são consideradas inigualáveis e insubstituíveis para o uso em leito ferroviário. Tais madeiras apresentam uma vida útil comprovada de trinta anos, sem nenhum tratamento preservativo industrial. Os primeiros dormentes de madeira de eucalipto usados, em larga escala, no Brasil, foram na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em 1907, quando a firma americana MAY, JACKY e RANDOLPH importou 80.000 dormentes da Austrália. Tal importação foi considerada um gesto absurdo, pois desconsiderou uma das regiões mais ricas em madeiras nativas do planeta.

Principais características tecnológicas desejáveis para dormentes

Massa específica – a massa específica reflete bem a contextura das fibras, conferindo à madeira a resistência aos efeitos mecânicos. É sabido que a maior causa de degradação dos dormentes e o seu desgaste mecânico e não o seu apodrecimento.

É sabido que os dormentes, ao sofrerem a ação de pesadas cargas, estarão sujeitos a severos desgastes nas zonas de entalhe, pelo patim dos trilhos. Algumas espécies, como Eucalyptus citriodora, E. creba, E. maculata, E. paniculata, E. siderophoia, E. botryoides, E. camaldulensis, E. rostrata, E. tereticornis, E. sideroxylon, pelos altos valores de massa específica já se mostraram aptas para a produção de dormentes. Tais espécies, além da elevada durabilidade natural, apresentam elevados valores de resistência mecânica, sendo indicadas para dormentes em ferrovias com elevada densidade de tráfego.

2) Dureza – Como a madeira trabalha em contato direto com a ferragem dos trilhos ou de blocos de apoio ou com as pedras de lastre, é conveniente que a madeira utilizada para a fabricação de dormentes tenha uma dureza Janka variando entre 645 a 1.108 kg/cm2. As madeiras de eucalipto anteriormente citadas apresentam uma dureza média de 871 kg/cm2, com um valor médio para essa propriedade muito superior aos encontrados na maioria das madeiras nativas.

3) Resistência ao arrancamento de pregos – é sabido que as composições ferroviárias em movimento exercem consideráveis pressões laterais e verticais sobre os trilhos, em função de seu peso e do efeito da força centrífuga, que é consideravelmente aumentada nas curvas. Considera-se, pois, uma característica extremamente importante para um dormente segurar bem os pregos e tirefões para evitar que o afrouxamento dos mesmos enfraqueça o sistema de fixação. Nos testes realizados no IPT, em São Paulo, as espécies Eucalyptus paniculata, E. siderophloia e E. citriodora apresentaram valores de resistência ao arrancamento de pregos superior aos valores encontrados nas espécies nativas usualmente utilizadas na produção de dormentes.

4) Resistência à flexão estática – todas as espécies de eucalipto citadas anteriormente apresentaram valores de limite de resistência à flexão estática superiores às espécies nativas usadas para dormentes, como angico-vermelho, peroba-rosa, pequiá etc.

5) Módulo de elasticidade – quanto ao módulo de elasticidade à compressão e à flexão, as espécies Eucalyptus paniculata, E. siderophloia, E. maculata, E. citriodora, E. botryoides apresentaram valores superiores aos encontrados nas espécies nativas, como angico-vermelho, peroba-rosa, pequiá etc.

6) Flexão dinâmica (choque) – como as solicitações das cargas rolantes se apresentam sob a forma de choques sucessivos e de intensidade variável, a flexão dinâmica ou choque se torna um índice muito importante para a previsão do comportamento do material na linha férrea. Os valores apresentados pelas espécies de eucaliptos mencionadas anteriormente são superiores aos encontrados nas espécies nativas, como angico-vermelho, peroba-rosa, pequiá e todas as madeiras consideradas “de lei”.

o – o fendilhamento é uma das características mais importantes na qualidade da madeira para dormente. As rachaduras e o fendilhamento provocam o afrouxamento dos pregos ou tirefões, exigindo-se furar novamente a peça e, conseqüentemente, causando o enfraquecimento do sistema de fixação. Algumas espécies de eucalipto, como Eucalyptus grandis e E. saligna, apresentam uma tendência de fendilhamento na seção radial, rachando em duas partes e inviabilizando a utilização posterior do dormente, embora ele pudesse apresentar perfeitas condições de sanidade. Dentre as espécies testadas pelo IPT, as espécies Eucalyptus citriodora, E. maculata. E. siderophloia e E. paniculata mostraram-se altamente resistentes ao fendilhamento e dispensaram quaisquer outros tratamentos para evitar o problema de rachaduras; em contrapartida, as espécies Eucalyptus tereticornis, E. rostrata e E. botryoides apresentara,m leve e moderada tendência ao fendilhamento e exigiram a aplicação de conectores anti-rachantes (“gang-nail”) ou cintamento (cinta externa).

Tipos de dormentes

Normalmente se utilizam 1.600 dormentes por quilômetro de linha férrea. Os dormentes são classificados de várias maneiras, em função de suas dimensões:

– Dormentes de 1a – retirados de madeira de 30 cm de diâmetro

– Dormentes de 2a – retirados de madeira de 20 cm de diâmetro

– Dormentes de 3a – retirados de madeira de 18 cm de diâmetro

Basicamente existem quatro tipos de dormentes:

a) Dormente roliço – é o tipo de dormente que é utilizado na sua forma mais natural e os cortes horizontes são feitos apenas nos pontos de pregação. As costaneiras ficam integrais na madeira. É a forma mais primitiva de dormente.

b) Dormente semi-roliço – é o tipo de dormente que apresenta apenas a parte superior serrada, onde se fixarão os grampos.

c) Dormente de duas faces – é o tipo de dormente que apresenta duas faces serradas e duas faces abauladas. As faces serradas ficam nas partes superior e inferior do leito da ferrovia e servem para apoio e fixação dos pregos.

d) Dormente prismático – é o tipo de dormente em que as quatro faces são serradas e a peça é quadrada. É a forma mais aprimorada de dormente.

Propriedades do dormente

O dormente deverá apresentar as seguintes propriedades:

a) Os dormentes deverão estar isentos de fendas, brocas, ardidos, nós cariados, reentrâncias e fraturas transversais;

b) As peças devem ser retilíneas e os topos cortados em esquadrias;

c) devem estar totalmente livres ou isentos de casca;

d) Devem estar isentos de tecido medular, no caso de dormentes prismáticos e semi-roliços;

e) Devem sofrer um período mínimo de secagem, aproximadamente, 90 dias;

f) Os topos devem estar protegidos com uma solução impermeabilizante;

g) Devem apresentar dimensões padronizadas:

– Comprimento 2,00 m

– Largura ou diâmetro 0,24 m

– Altura 0,16 m

São considerados limites de tolerância as situações que apresentarem os dormentes variando:

a) Comprimento: variação no comprimento de 1,95 a 2,00 m.

b) Bitola – varia de acordo com o tipo de dormente:

– dormentes roliços – admite-se uma variação de 0,06 m (seis centímetros) para mais ou para menos; quanto ao diâmetro, a variação é de 18 a 30 cm.

– dormente de duas faces – admite-se uma variação de até 0,01 (um centímetro) na altura e uma variação máxima e mínima de 0,03 m (três centímetros) e 0,02 m (dois centímetros), respectivamente, na parte mais abaulada das faces laterais.

– dormente semi-roliços – admite-se uma diferença máxima de 0,02 (dois centímetros) na largura da base; na altura, a variação é de 0,03 (três centímetros) para mais e 0,01 (um centímetro) para menos, medindo-se no centro da base, baseando-se na espessura da peça na zona de pregação. Tolera-se para menos até 0,08 (oito centímetros) de altura na cabeceira do dormente.

– dormente prismáticos – admite-se uma variação de 0,015 m ( um centímetro e meio) para menos na largura e na altura.

c) Fendas – apresentam rachaduras no topo, no máximo de 0,005 m (cinco milímetros) de abertura até 0,25 m (25 centímetros) de comprimento. Os dormentes tipo roliços que apresentarem rachaduras de topo com, no máximo, 300 mm de retração e 10 mm de abertura terminal e/ou rachaduras de centro com menos de 300 mm de comprimento, 10 mm de abertura superficial e profundidade inferior à metade de espessura da peça; as rachaduras sucessivas cuja soma ultrapasse a terça parte do comprimento da peça eliminam as tolerâncias individuais de rachaduras de centro. Os dormentes eliminados por fendas poderão ser recuperados com o auxílio de dispositivo anti-rachante ( cintamento ou gang-nail)

d) Reentrâncias ou cavidades – apresentam reentrâncias ou cavidades de até 0,02 m (dois centímetros) de profundidade na zona de pregação e de até 0,04 ( quatro centímetros) na parte central do dormente.

e) Furos de insetos – apresentam ataque incipiente, furos de brocas, poucos e dispersos e orifícios, não ultrapassando 0,01 ( um centímetro) de diâmetro e não estejam em forma de anel.

f) Ardidos – não serão aceitos dormentes com tecido lenhoso ardido na parte do cerne, tolerando-se sinais de infestação nas camadas do alburno desde que não atinjam mais de 1 centímetro de profundidade.

g) Gretas – serão tolerados os que apresentarem pequenas gretas ou fendilhados em conseqüência da secagem.

h) Não poderão ser utilizados, sob hipótese alguma, os dormentes ocos e os que apresentarem brocas, saliências ou reentrâncias na zona de pregação.
ORIGEM DO ARTIGO
http://www.remade.com.br/pt/revista_materia.php?edicao=75&id=398

Madeiras para Construção

 

CEDRINHO

TABUAS PONTALETES E SARRAFOS DE PINUS GRADEADOS OU TABICADOS PARA SECAGEM AO TEMPO , NOSSA PREOCUPAÇÃO COM A QUALIDADE DA MADEIARA VAI DESDE O CORTE DA MADEIRA , ESTOCAGEM E ENTREGA DO PRODUTO
tabuas de pinus

Madeiras para Telhado

O Telhado de uma casa é o que define a beleza externa de todo imóvel, naturalmente sem contar a sua função principal de cobrir e proteger a construção.  O madeiramento deste telhado juntamente com o trabalho do profissional que vai construir esse telhado de madeira serão os fatores principais para a beleza e resistência desta cobertura.

O primeiro passo é saber qual o melhor tipo de vigas, pranchas, caibros enfim o melhor madeiramento para sua região, isto é se é uma região muito seca ou litorânea etc. O Atacadão Madeiras com certeza tem a madeira para telhado que o seu profissional de confiança vai escolher desde uma peroba do norte, peroba copiúba, garapeira ou até o já tão aceito e resistente eucalipto.

TELHADO DE MADEIRAtelhado

Madeirite ou Madeirit Resinado e Plastificado

MADEIRITE PLASTIFICADO – MADEIRITE RESINADO

As Chapas de Madeirite resinadas tem a medida padrão de 2,20 x 1,10 sendo essas com a colagem em cola branca e colagem em cola fenólica alguns fabricantes fazem nas medidas 2,44 x 1,22, em regra é usada a cola fenólica quando a obra permite um grande números de reaproveitamentos nas formas. Mas não é só a colagem que faz que as chapas de madeirite tenham um bom desempenho e durabilidade. A habilidade e conhecimento do profissional que vai lidar com essa chapas é o principal fator.

Formas Resinada, Formas para Concreto, Tapume, Madeirit, Madeirite são algus dos nomes dados para o compensado resinado para construção, lembrando que madeirit é marca registrada de um tradicional fabricante e virou sinônimo para todas formas para concreto. Esse produto é cada vez mais utilizado na construção civil para fazer formas e no caso de construção de prédios e casas padronizadas são reaproveitadas varias vezes trazendo uma grande economia no custo da obra.

 

 CHAPAS DE MADEIRIT
2,20 X 1,10
6 MM
10 MM
12 MM
14MM
17 MM
20MM
CHAPAS DE MADEIRIT 2,44 X 1,22
6 MM
10 MM
12 MM
14MM
17 MM
20MM

CHAPAS DE
COMPENSADOS 2,20 1,60
3MM
4MM
6MM
10MM
15MM
18MM
20MM
25MM